Assessoria Astrológica Personalizada

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Esta é uma das questões pouco entendidas pelos leigos em Astrologia. Como se sabe, além do seu movimento de translação, a Terra tem o movimento de rotação em torno de si mesma, o que significa que ao longo das 24 horas de cada dia (completo) todos os signos passam por um determinado lugar do planeta. Esse evento é interpretado em Astrologia como configurando um fenômeno que tem a ver com as condições do próprio planeta e o que acontece com os seres que vivem, digamos assim, em sua superfície. Dessa interpretação resultam as ‘casas astrológicas’, que nada mais são que os doze signos vistos pelo ângulo do comportamento do indivíduo. Em outras palavras, os signos e planetas (sem se considerar as casas) configuram como o indivíduo é, do ponto de vista de sua personalidade. Já as casas indicam como o indivíduo tende a mostrar e se comportar no mundo exterior, ou seja, elas representam a ‘máscara’ da personalidade, como se apresenta para esse mundo exterior. Nada mais são do que os 12 setores principais na vida do indivíduo, considerado perante esse mundo exterior; provavelmente essa nomenclatura teve origem nas ‘mansões’ conforme estudadas pela Maçonaria há muitos séculos. Assim sendo, o Ascendente, que nada mais é do que a Casa 1, é o signo que está surgindo no horizonte quando a pessoa nasce (ou seja, ascendente, do verbo ascender, subir). E, como tudo que aparece no horizonte dá a impressão de ser magnificado, o Ascendente adquire uma importância maior do que a das demais casas astrológicas. A rigor, embora o Ascendente esteja vinculado com um signo, ele define uma seqüência de signos que representam as demais 11 casas. É por isso que um astrólogo experimentado, ao saber o Ascendente de uma pessoa, já poderá deduzir toda a série de (outras) casas que por assim dizer completam o mapa natal dessa pessoa. É importante destacar que o Ascendente é resultado das duas informações mais pessoisl acerca de um indivíduo: o local (através da latitude o longitude do lugar) e o horário de nascimento, as quais o conectam diretamente com o Cosmos. Por outro lado, é fácil deduzir que as casas resultam desse local e horário de nascimento do indivíduo, daí a importância de você saber o horário exato em que nasceu, para fornecê-lo ao profissional, no caso de encomendar o seu mapa natal. E essas explicações acima também esclarecem que o Ascendente não tem a ver com a ascendência do indivíduo (ou seja, seus ancestrais): por exemplo, se é européia ou outra qualquer, confusão que muitos leigos ainda fazem… Quando você vir o seu mapa natal, verá que as casas também aparecem ali indicadas. Há vários ‘sistemas’ de casas que são utilizados na Astrologia ocidental, sendo o mais conhecido deles o que se chama de ‘Placidus’, que (geralmente) apresenta casas ‘desiguais’ em termos de quantidade de ângulos de sua abrangência (sendo a soma das 12 casas sempre igual a 360° graus); e isso significa que há casas que (por causa disso) adquirem uma importância ‘maior’ na vida daquela pessoa. Essa magnificação pode chegar a tal ponto que ultrapasse os 30 graus de um signo, gerando o que se chama de ‘signos interceptados’, na realidade sempre um eixo (ou dois signos: por exemplo, se Áries estiver interceptado numa casa, Libra também estará, na casa oposta).

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